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Limpando as traças – “A Rocha” 30/07/2009

Posted by Kieran in "Limpando as Traças".
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Mísseis carregados com gás tóxico, um grupo de elite de fuzileiros navais americanos, descontentes com o governo, em posse deles e a única solução para esse impasse é um bioquímico e um ex-agente britânico e ex-presidiário. Isso soa como clichê de filme americano de ação, certo? E é. Mas porque estou escrevendo sobre um filme assim? Hehehehehehe…
Confesso que fiquei algum tempo pensando sobre o que escrever. Comecei algumas linhas e depois apaguei, ai fui assistir um filme. Como há alguns dias atrás participei de uma pequena discussão sobre a habilidade de atuação do Nicholas Cage, peguei o primeiro filme que achei dele aqui em casa: “A Rocha” (en: “The Rock”, 1996). Confesso que fiquei um tanto surpreso quando olhei e vi que o diretor é o Michael Bay, o mesmo do Transformers. Quem? Isso, Michael Bay (eu sei que vocês só se lembram da Megan Fox, mas fazer o que… eu vejo os créditos de vez em quando).

Cartaz do filme

Cartaz do filme

Voltando ao filme antigo (13 anos para ser mais exato), temos um inspirado Ed Harris, interpretando o General Hummel, que cansado de ver soldados serem mal-tratados pelo governo dos EUA, decide reunir um grupo de elite, tomar uma quantidade de mísseis carregados com gás VX e invade a prisão de Alcatraz (sim, aquela mesma que ninguém conseguiu fugir), apontando os mísseis para a cidade de San Francisco e exigindo que as famílias dos soldados sejam indenizadas. O pentágono, junto com o FBI, decide mandar um grupo para tentar impedi-lo. E nesse grupo está o agente Goodspeed (Nicholas Cage) e John Mason (Sean Connery), o único que conseguiu fugir de Alcatraz (rá, pensaram que realmente ninguém tinha fugido?).
Tá, concordo que o enredo é fraco. Tudo bem, não culpo os filmes de ação por isso. Eles são feitos para agradar rapidamente e não para fazer você pensar muito. Então por que assistir o filme, já que ele não foge tanto assim dos clichês, a começar pelo tom meio dramático do filme, com toda aquela coisa de os caras terem que salvar o país? Coisa de americano.
Ok. Acho que o filme vale apenas pela atuação de um cara: Ed Harris. Eu sei que ele é coadjuvante, e tudo o mais. Porém o cara é brilhante nesse filme. Toda a interpretação, os momentos de tensão que ele encara, a frieza misturada com o orgulho e o sentimento de amor à pátria. Tudo isso ele consegue passar para o público. Você assistindo o filme, consegue entender porque ele toma as suas decisões e porque ele decide fazer um ato terrorista dessas proporções. Não que eu concorde, mas eu pelo menos consegui me sentir no lugar dele. A atuação é simplesmente fantástica.

Ed Harris como Francis Hummel

Ed Harris como Francis Hummel

Quando aos outros dois, Nicholas Cage e Sean Connery, não é o melhor filme deles. Em algum outro momento comentarei sobre os bons filmes que eles fizeram.
Por hoje é só e espero não ser apedrejado por causa desse filme. Até a próxima! ^^

Quero mais conteúdo! E já!! 20/07/2009

Posted by Kieran in Editorial.
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Bom pessoal, desculpem-me por abandonar um pouco o blog. Depois de todos os transtornos que andei tendo, o computador de casa resolveu tirar férias eternas (se é que me entendem bem). Isso atrapalhou toda a minha vida e contribuiu com o marasmo que comandou meu final de semana. Fora as reclamações, estou de volta a ativa, embora me sinta um tanto enferrujado.

Nada como uma Guiness para tirar essa ferrugem

Nada como uma Guiness para tirar essa ferrugem

Indo direto ao ponto: andei lendo semana passada um post do Ivan, vide Nome Impróprio, bastante interessante, falando sobre um dos males que assola a Internet: a mesmice. Entendo que a quantidade de novidades que surgem a cada segundo é surpreendente. Isso é fato! O que não me agrada, e acho que deixa muitos descontentes, é o fato de que a qualidade das coisas que surgem/escrevem/criam está caindo de forma acintosa. E sobra para quem essa queda da qualidade? Se você pensou em usuário/leitor/eu/você está absolutamente certo. Quem sai perdendo com essa história somos nós, meros espectadores.

Será que o pessoal não percebe que ficar repetindo as mesmas coisas, contando as mesmas piadas, fazem com a graça do negócio se perca entre um ctrl+c /ctrl+v e outro? Acho que o Ivan acerta em dizer que a Internet está se tornando cinza. Encontra algo inteligente está cada vez mais difícil. Algo diferente parece missão impossível.

Só mesmo ele, com todos os efeitos especiais para aguentar isso

Só mesmo ele, com todos os efeitos especiais, para aguentar isso

Se eu fosse um pouquinho mais reacionário, montaria um protesto, uma greve, ou uma campanha para acabar com isso (mas isso dá muito trabalho, e eu prefiro evitar a fadiga). Ainda assim quero informação decente, opinião inteligente e cultura no que leio e no que acompanho. Quero poder ficar horas lendo sobre os outros pensam e quero discutir com eles sobre isso. Não quero ver um bando de otários máquinas repetindo tudo o que veem pela frente. Deveríamos ser tratados com mais respeito, afinal, qual é a graça de escrever se ninguém acompanha? (pera ai, essa eu respondo…).

Deixo aqui um apelo por uma Internet com mais conteúdo. Algo mais encorpado que atraia leitores que sabem o que estão lendo. Ou então vamos voltar à época em que morávamos e em cavernas e comíamos carne crua. Pelo menos não teríamos que aguentar esse problema…

Dica de som da semana: Anubis Gate – “A perfect Forever” 18/07/2009

Posted by elgigao in Música.
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Capa

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Faixas:

  1. “Sanctified” – 6:38 (Jesper M. Jensen / Kim Olesen / Torben Askholm)
  2. “Kingdom Come” – 4:01 (Kim Olesen / Jesper M. Jensen / Henrik Fevre)
  3. “Future Without Past” – 6:17 (Jesper M. Jensen / Henrik Fevre)
  4. “Curfew” – 5:01 (Jesper M. Jensen / Henrik Fevre)  
  5. “Children of the Pauper King” – 6:44 (Kim Olesen / Jesper M. Jansen / Torben Askholm)
  6. “Approaching Inner Circle” – 5:39 (Jesper M. Jensen / Kim Olesen / Morten Sorensen / Henrik Fevre)
  7. “The Wanton Blades of Lust” – 5:35 (Jesper M. Jensen / Sonia Vasan / Torben Askholm / Kim Olesen)
  8. “Epitome of Delusion” – 6:43 (Jesper M. Jensen / Kim Olesen / Morten Sorensen / Henrik Fevre)
  9. “Endless Grief” – 0:48 (Kim Olesen)
  10. “A perfect Forever” – 12:31

 Part one: “Utopia Revisited” (Kim Olesen / Torben Askholm)

 Part two: “A perfect Forever” (Jesper M. Jensen / Kim Olesen / Torben Askholm)

 Part three: “Gazing through the Gates” (Kim Olesen)

 Part four: “Collapse” (Kim Olesen / Torben Askholm)

11. “In the Valley of the kings” – 3:32  (Anubis Gate)

 

 

Pessoal neste Julho meu tempo livre está maior por isso decidi me decdicar mais ao blog.Em maio prometi trazer alguns cds de heavy Metal e desde lá não escrevi mais nada. Bom hoje decidi trazer outro disco de Heavy metal pra dar continuidade ao antigo projeto de maio. Então, esta semana vou falar de uma banda dinamarquesa chamada Anubis Gate. Formada por Jesper Jensen e Kim Olesen nas guitarras, Torben Askholm nos vocais, Henrik Favre no baixo e vocais e Morten Sorensen na bateria esses dinamarqueses fazem um misto de Power Metal (um rótulo meio duvidoso mas infelizmente, na falta de outro melhor, vou usá-lo) e alguns elementos do Metal Progressivo como ritmos meio quebrados e arranjos extremamente elaborados. O cd dos rapazes que trago aqui é seu segundo lançamento denominado “A perfect forever”. O grande diferencial do grupo em relação a outras bandas neste álbum são a voz poderosa do vocalista Torben Askholm, os solos de guitarra de melodias incríveis e algumas intervenções acústicas extremamente criativas. Iniciando a análise das faixas temos no começo a faixa “Sanctified” que tem como destaque principal os vocais de Askholm agressivo e melódico. O lado progressivo do grupo pode ser observado bem nesta faixa com as mudanças de andamento feitas demasiadas vezes. Um refrão poderoso e o peso de intervenções fazem desta faixa uma das melhores do disco. Logo após chega “Kingdom Come” com bons riffs de introdução e um solo de Jesper Jensen do qual gosto muito devido a sua melodia marcante. É uma das minhas preferidas apesar de ser mais curta que as outras faixas e ter menos técnica o que prova que a elaboração de músicas nem sempre deve ser baseado somente em quesitos técnicos, ou seja deve haver bastante sentimento que é o que se percebe nesta faixa por parte dos músicos. “Future without Past” é mais uma faixa notável mostrando as intervenções acústicas elaboradas pelo grupo, uma interpretação significativa de Torben Ashkolm nas estrofes com oitavas na guitarra acompanhando sua performance, mais um grande momento na audição do disco. “Curfew” é uma grande viagem. Henrik Fevre toma os vocais nas estrofes com Torben assumindo nos refrões, e é uma faixa predominantemente acústica sem o peso característico das outras faixas. O ponto alto desta faixa está nos solos ao fim da música, uma melodia inesquecível, uma técnica apurada enfim na minha opinião a melhor faixa do disco devido a essa viagem no fim da canção. Mal podemos respirar e chega a agressiva “Children of the Pauper King”. A introdução longa serve como mera preparação para o que vem após. Mais uma vez os arranjos elaborados exaltam o clima épico do disco presente mais que nunca nesta poderosa faixa. “Approaching Inner Circle” já foi minha faixa preferida e ainda me da grande prazer a sua audição. Um riff interessante de introdução e os riffs que acompanham a melodia entonada por Torben são os destaques desta música. “The Wanton Blades of Lust” é semelhante as outras traz um início pesado e tem qualidade semelhante as outras faixas do disco mas não possui nada de especial comparada as anteriores. “Endless Grief” é uma faixa curta acústica cantada por Henrik Fevre mais uma vez. Boa faixa mas é muito curta portanto não possui tantos atrativos. “Epitome of Delusion” mostra como nenhuma outra faixa o gosto do grupo por intervenções acústicas, e possui melodia primorosa nas estrofes. Outra bela faixa. “A Perfect Forever”, última faixa, deve ter sido feita para ser o grande destaque do disco devido a sua forte marca progressiva caracterizada pelas mudanças de andamento frequentes. Mas não chega a ser minha faixa preferida aliás fica atrás de grande parte do disco. Ainda no cd sul-americano possui uma faixa bonus “In the Valley of the Kings” instrumental cheia de clima para fechar o disco com chave de ouro. Embora possua muitas faixas interessantes exclusivamente a audição de “A Perfect Forever” deve ser feita por completo pois as músicas são bastante interligadas na parte sonora e, embora eu não tenha traduzido todas as letras do disco, esse fato me leva a crer que há um conceito por trás do álbum.

Como de costume sugiro que escutem e comentem. Discografia alternativa receito “Andromeda Unchained” que conta com a presença de novo vocalista Jacob Hansen que possui faixas bem elaboradas também embora não chegue a mesma qualidade (na minha opinião) deste que acabei de falar.

Bom pessoal por hoje é só até uma próxima!

Limpando as Traças – “Don Juan DeMarco” 16/07/2009

Posted by elgigao in "Limpando as Traças".
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Capa

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Elenco:

Johnny Depp como Don Juan DeMarco

Marlon Brando como Jack Mickler    

Faye Dunaway como mulher de Jack

 

Bom pessoal devo antes de fazer novo post desculpar-me pela ausencia significativa acho que não passo por aqui desde maio e agora decidi postar algo diferente. Na verdade comecei vários reviews mas não consegui desenvolve-los de forma significativa. Futuramente trarei de novo novos cds pra o conhecimento de voces. Bom o assunto deste post é um filme e coloco no Limpando as traças. De fato o filme não é tão antigo, mas o motivo para coloca-lo nesta sessão foi a forma como achei o filme. Em meio ao armário achei um vhs (isso mesmo) e por sorte o velho video cassete ainda funciona e bem. Nós da era digital estamos desascostumados com aquele velho hábito de rebobinar a fita e eu tive momentos de nostalgia ao achar o filme no meio das coisas e assisti-lo. Por isso o coloco nesta sessão.

Bom o filme de que vou falar é “Don Juan DeMarco” que possui em seu elenco dois monstros sagrados do cinema (em minha opinião): Johnny Depp e Marlon Brando. Johnny Depp é um jovem de 21 anos que acredita ser Don Juan, um antigo nobre espanhol que teve fama por ser um grande conquistador e sedutor de mulheres e que decide por fim a sua vida pois a sua amada, aquela que realmente o fez sentir o verdadeiro sentimento do amor, o rejeitou. Para cometer o suicídio o suposto Don Juan sobe em um ponto alto e espera por um certo esgrimista para desafiá-lo. Marlon Brando é um psiquiatra e, usando um nome fictício espanhol, o convence a desistir do suicídio e o convida a sua mansão (que na verdade é um hospital psiquiátrico). Assim ao iniciar conversa com o doutor Don Juan começa a contar sua vida e a priori tem suas histórias postas em duvida pelo doutor de forma que ele faz um trato com este: se provasse que era o próprio Don Juan em dez dias estaria liberado novamente se não seria medicado como qualquer internado em tal hospital. E durante os dez dias Don Juan conta como foi sua vida ate aquele momento, suas conquistas, suas aventuras e com o passar do tempo essas histórias vão levando o psiquiatra a relevar como vem tratado sua esposa nesses últimos anos. No fim do filme Jonny Depp é interrogado por um psiquiatra e se mostra são na sua entrevista. Logo após o doutor Marlon Brandon se aposenta e vai a uma ilha com Depp onde ele havia fixado um pacto com sua amada de esperar por ela lá até a eternidade.

O grande atrativo deste filme são as falas de Johnny Depp recheados de um romantismo meloso mas extremamente belo. Suas aventuras vão desde um romance com sua catequista a estadia dele em um harem de um sultão regadas a uma trilha sonora comandada pela bela música de Bryan Adams “Have you Ever really loved a woman?” de letra tão açucarada como o filme.

A grande mensagem deste filme é resumida na última fala de Brando: “ Meu paciente não era insano, era só um homem que sofria de um romantismo extremamente exagerado”. O filme reflete algo pouco comum hoje em dia. Isso pode soar meio estranho mas hoje estamos em um período de extrema vulgarização da beleza feminina. A excessiva exposição do corpo vem substituindo cada vez mais os os antigos artifícios  da conquista como a troca de olhares e a gentileza. Acho que essa exposição excessiva da qual falo impede a imaginação e a idealização das mulheres por parte dos homens que acredito tornar as coisas mais interessantes na conquista.

Bom pessoal fico por aqui, como sempre recomendo que assistam e comentem. Até a próxima!

Greve ou não, eis a questão… 13/06/2009

Posted by Kieran in Editorial.
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Aproveitando o feriado, fui para São Paulo. E estando lá, resolvi dar uma esticada no Museu Paulista, aquele construído próximo ao Parque da Independência. Para quem não sabe, é o local onde supostamente D. Pedro deu o famoso grito e libertou o país das mãos portuguesas (para depois entregar para os ingleses e posteriormente para os americanos).

Museu Paulista

Museu Paulista

Bom, história a parte, estava eu subindo calmamente a alameda do Parque, que leva aos portões do Museu. É uma caminhada bem agradável, já que se pode contemplar uma boa área verde no meio da selva cinzenta de prédios. Fiz questão de reparar que ali não se ouvia o som dos carros que passavam nas avenidas próximas, o que aumentava o clima de tranquilidade. Pois bem, quando cheguei à metade da subida, reparei então na grande faixa vermelha que estava pendurada na frente do prédio e que ostentava a frase “O Museu Paulista da USP está em greve”. Lembrei então do detalhe de que quem cuida do museu é a USP. Pronto! Conseguiram estragar meu feriado. Justamente quem eu menos esperava (ou lembrava): os grevistas da USP.

Eu vinha acompanhando o desenrolar da greve tanto na USP quanto na UNICAMP, aqui no interior. Achei que não ia durar muito, a julgar pelo que aconteceu nos anos anteriores, pelo menos na UNICAMP. Mas estava enganado. Os grevistas parecem que não vão ceder tão cedo. Antes que me perguntem, já afirmo que sou contra greves longas. Uma paralisação simbólica de 1 ou 2 dias, até é fácil de compreender, mas quando se extrapola esse tempo, acredito que o ato em si perde o sentido. É como alguém estar te xingando, você vai lá e bate no cara. Você acaba perdendo a razão.

Um perdeu a razão, o outro os sentidos

Um perdeu a razão, o outro os sentidos

Então eu pergunto aos meus botões: não há outra maneira de fazer valer os próprios direitos? Lembrei-me da greve dos motoristas e cobradores aqui em Campinas, há uns meses atrás. Eles pararam a cidade, pediram 60 e poucos por cento de aumento, e no final receberam 7%, fora uma pequena briga com a justiça que havia obrigado a ter um número mínimo de ônibus da frota circulando durante a greve. Até que ponto valeu à pena fazer tudo isso?

Não sou contra brigar pelos direitos que são legítimos, mas acho que deveria-se analisar se os métodos utilizados estão corretos. Boa parte da população já está meio cansada de conviver com greves, manifestações e outras atitudes radicais que os sindicatos e funcionários mais exaltados tomam.

Por outro lado, acredito também que aqueles que comandam deveriam olhar um pouco mais para os seus funcionários, manter o diálogo aberto e tomar medidas que evitem que os trabalhadores necessitem de tomar atitudes extremas. A sociedade agradeceria se ambos os lados tivessem um pouco mais de sensatez e inteligência. É hora de agir com serenidade e sabedoria para que os erros do passado não se repitam.

Confronto do dia 09/06 na USP

Confronto do dia 09/06 na USP

Ou vocês querem que a cena acima se repita?

Mãe do Popeye 27/05/2009

Posted by Joekowaleski in Anedotas.
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Quem não se lembra do Marinheiro Popeye??popeye

….bom, recebi por e-mail hoje a foto da mãe do grande marinheiro…    

<borat>   NÃO RIAM!!!

 

mãe do popeye

 

…………..NOOOOOT</borat>

Aproveite o seu tempo 23/05/2009

Posted by Kieran in Editorial.
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Fazia tempo que eu não tinha um sábado de manhã para fazer nada. Nenhuma obrigação, nenhum compromisso marcado, absolutamente nada. Eu já havia me esquecido de como era isso. Por isso, preparei um café da manhã razoável (para quem está sozinho em casa), já que dispunha de tempo. Enquanto arrumava as coisas, fui pensando em como eu estava aproveitando o meu tempo, já que eu não conseguia esses momentos de descanso sempre. E o resultado da minha análise, vou expor:

 

Se percebermos, cada vez menos temos tempo para fazer as coisas que queremos. A rotina frenética que nós mesmos adotamos em nossas vidas (casa-faculdade-trabalho, no meu caso) tem nos deixado mais escravos do relógio, que ironicamente, parece andar cada vez mais rápido. Digam-me quanto tempo faz que vocês não arrumam um tempinho para ler um livro ou uma revista, ou dar uma volta no parque apenas pelo prazer de caminhar, ou mesmo não sentam na varanda, ou na sala, ou em qualquer lugar, e se deixaram levar pelos pensamentos?

 

Até o seu cachorro está triste porque você não tem tempo para ele

Até o seu cachorro está triste porque você não tem tempo para ele

O fato é que vivemos atormentados pelos prazos a cumprir, pelos problemas e preocupações, a ponto de esquecermos que alguns momentos de ociosidade fazem bem para o cérebro. Com isso, vivemos cada vez mais cansados, cada vez mais desanimados. Assim, dedicamos cada vez menos tempo para a família, para os amigos, para quem realmente merece um pouco do nosso tempo. E como menos tempo, nos tornamos cada vez mais isolados, como ermitões. Não estou dizendo que todos são assim, mas acredito que isso seja uma tendência que vem se mostrando forte nos últimos tempos. Se pudéssemos levar a rotina de uma forma mais suave, seriamos pessoas bem melhores. Seriamos mais alegres, sorridentes, mais ativas. Com a cabeça um pouco mais descansada, seríamos mais produtivos e eficientes. Engraçado, porque seríamos tudo aquilo que o mundo e o mercado exigem, levando uma vida diferente do que eles impõem.

 

Por isso, sugiro aos que não sabem o que fazer diante dessa situação que arrumem um tempinho para pensar, como o eu fiz. Garanto que vão chegar a algumas pequenas soluções, que farão você respirar um pouco mais aliviado (pelo menos). Por que não tirar alguns minutos para relaxar? Tomar um café, bater um papo com alguém, mesmo que seja uma pessoa que você não conheça muito, já é um bom começo. Vai se surpreender quando perceber o quão melhor é deixar as preocupações de lado por alguns instantes. Seu humor vai melhorar e muito.

 

Olha o que você está perdendo!

Olha o que você está perdendo!

Aproveite seu tempo. Otimize sua vida. Sinta cada instante, cada momento como se fosse único. Essa é a idéia. Mesmo no trabalho, ou estudando, ou whatever. Vá tomar sorvete, dê risada, esqueça um pouco que amanhã tem projeto para entregar, ou que o cliente queria para ontem uma cotação. Viva um pouco mais. Como disse esses dias atrás o nosso herr Joekowaleski: “Você nasce sem pedir e morre sem querer! Aproveite o intervalo!”

Caricaturas 19/05/2009

Posted by Joekowaleski in Anedotas.
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Para quem não conhece, caricatura é um desenho de um personagem real, uma pessoa, em que o artista procura traços marcantes para reproduzir de forma exagerada e humorística e em algumas circunstâncias usa os gestos, vícios, hábitos para também reproduzir no desenho.

 

Abaixo vocês podem ver algumas caricaturas de famoso

 

 

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Manutenção, abstinência, e outras coisinhas mais… 07/05/2009

Posted by Kieran in Informativos.
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Pessoal, primeiramente gostaria de pedir desculpas por essa ausência que eu e alguns membros temos demonstrado. O fato é que tem tantas coisas acontecendo (estou falando por mim), tantos problemas na cabeça, que sinceramente, tem me faltado saco inspiração para escrever por aqui. Embora isso não importe muito (afinal quem liga para o que esse mané escreve por aqui?), sinto-me na obrigação de informar aos poucos gatos-pingados que acompanham esse espaço.

Como diria um rapaz desconhecido pela maioria das pessoas: “Mas a vida é uma caixinha de surpresas!”. Por isso, não vim anunciar apenas as minhas frescuras. Posso dizer que teremos novidades no “Bóson de Higgs”. Algumas ideias (sem acento agora) estão fervilhando, surgindo em conversas na hora do almoço (o que não se faz para esquecer a comida do bandejão…), ou entre intervalos das aulas.  Enfim, estamos nos esforçando nos bastidores para garantir algumas coisas boas por aqui.

Afinal, a gente não tem nada para fazer da vida (fora as obrigações)…

Brincadeiras a parte, prometo algumas novidades para os próximos dias. Inclusive alguma atualização no “Limpando as traças” (ninguém quer pegar aquela coluna, ai sobra pra mim).  Portanto, aguardem… =P

Piadelas, Piaminhas, Pianossas…(PEI’s) – 02/05/09 02/05/2009

Posted by Joekowaleski in Anedotas.
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Dois estudos, uma conclusão:

        1.. Um estudo recente conduzido pela Universidade Federal de São Paulo mostrou que cada brasileiro caminha na média 1.440 km por ano.

       2.. Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira
mostrou que o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano, em média.

        Conclusão:
        Usando uma matemática simples, significa que o Brasileiro faz 16,7 km por litro!

        Isso me deixa muito orgulhoso de ser Brasileiro!!!

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